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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

71 ANOS DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA UFBA



A Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia (EEUFBA), completará em 22 de janeiro, 71 anos de sua fundação. Instituída pelo Decreto-Lei 8779, de 22 de janeiro de 1949 e foi incorporada a Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1947, pelo Decreto 22.637. EEUFBA foi a primeira escola para a formação de enfermeiras na Bahia e no Nordeste, sendo a 3o escola de enfermagem no Brasil.

O Brasil, vivia na década de 40, um incipiente processo de industrialização, impactando em todos os setores da sociedade, inclusive na saúde, com o movimento de organização de novos hospitais e de reorganização de outros hospitais públicos.  Neste cenário, o Hospital das Clínicas da Bahia, no término da sua construção, era preparado para entrar em funcionamento, o que exigia enfermeiras qualificadas para a composição do seu quatro de pessoal. Sendo assim, o então reitor da universidade da Bahia, professor Edgar Santos entendeu que um novo modelo de hospital-escola exigia a presença de enfermeiras de “alto padrão”.

O então reitor da Universidade da Bahia, doutor Edgar Santos, convidou para dirigir essa escola a enfermeira baiana dona Haydée Guanais Dourado, que possuía o perfil necessário para o desempenho da honrosa e difícil incumbência recebida. Dona Haydée era graduada em enfermagem pela Escola Anna Nery; especialista em pedagogia, didática e administração de enfermagem pela Universidade de Toronto/Canadá; bacharel em ciências políticas e sociais pela Escola de Sociologia e Política da Universidade de São Paulo; membro do corpo docente da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP).

O curso teve início no dia 12 de março de 1947 e a diretora da escola Haydeé Guanais, proferiu a aula inaugural sobre História da Enfermagem. O excelente desempenho acadêmico das estudantes nas, então de denominadas, matérias básicas logo circulou na Universidade, criando um clima saudável e de seriedade entre as acadêmicas, além de uma boa reputação do curso que se iniciava.  As instalações físicas da diretoria da Escola limitavam-se, a princípio, à própria antessala do gabinete do reitor e, com o início do curso, recebeu uma sala nas dependências do Hospital das Clínicas, local este que servia, também, de hospedagem para as novas professoras. Somente depois de três anos da implantação do curso, seria a Escola de Enfermagem transferida para o prédio de sete andares, onde se encontra até hoje.
Calcula-se que o currículo tenha tido uma carga horária de mais de 5.000 horas e que foi integralizado em quatro anos de duração. Como disciplina extracurricular, as estudantes tinham a oportunidade de estudar inglês em cursos ministrados por voluntários da colônia americana. A frequência a concertos de música erudita e de outras atividades culturais era feita como parte da formação geral da futura enfermeira.
Com a promulgação da Lei 775/49 e seu Regulamento nº. 27.426/49, o ensino em enfermagem torna-se matéria de Lei, com predominância de carga horária para disciplinas de biomédicas, com limitação para as disciplinas e caráter social. Tal proposta contrariava, inclusive, as recomendações do IV Congresso Nacional de Enfermeiras, realizado em Salvador, em 1950, que apontava “a necessidade de acentuar-se o ponto e vista das medidas preventivas em saúde, em todas as matérias.

Referências: www.enfermagem.ufba.br; www.ufba.com.br; Fernandes JD, Silva RMO, Calhau LC. Educação em enfermagem no Brasil e na Bahia: o ontem, o hoje e o amanhã. Disponível em revista.portalcofen.gov.br.


Responsável pela publicação: Grupo 03 (Daniela Bispo, Jamile Amorim, Thalita Barreto).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

POSTAGEM DE TESTE

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